O Homem Pai

Este livro representa a viagem de uma criança que cedo assumiu o papel de homem da casa até se tornar um pai consciente.

Uma criança que cresceu com muitas “máscaras masculinas”, só as reconhecendo na sua primeira chamada para o PAPEL DE PAI, no hospital, quando pegou na Mara, a sua primogénita, pela primeira vez.

O Artur, três anos depois, chegou para lhe mostrar o que significa ser um homem meigo, carinhoso que conhece bem os seus limites.  Nesta jornada está presente a insegurança e a incompreensão de SER PAI e também a vontade e os desafios para ESTAR PAI.

São partilhados com os leitores os momentos mais duros, frustrantes e profundos da prática de uma parentalidade pouco consciente. 
Percebendo que o que podemos fazer é AGORA, este livro representa a busca do autor para perceber como se aprende a ESTAR PAI, questionando-se e procurando respostas em muitos sítios.

Portes grátis (Portugal)

Intenção com este livro 

Este livro tem como intenção ajudar os pais a exercer a sua Paternidade de forma intencional, apoiando as mães numa maternidade mais colaborativa e saudável e, acima de tudo, ambiciona contribuir para que as crianças e jovens possam crescer de modo autêntico e seguro desenvolvendo todo o seu potencial! 

Extratos de Textos

“Quando a Mara nasceu foi um misto de emoções e fiquei sem saber o que fazer. Até à altura em que a enfermeira, depois de limpar e vestir a bebé, se virou para mim e disse: “O Senhor queira, por favor, pegar na sua filha!”. 

Eu fiquei confuso, olhei para os lados e perguntei: 

“Quem, eu?” (não faço ideia de onde saiu esta pergunta!) 

A enfermeira, que era bem-disposta, respondeu: 

“Você não é o pai? Existe aqui mais alguém na sala? Tome lá, pegue na bebé!” 

Eu, ainda atordoado tive mais uma tirada “ao lado”: 

“Mas quando, agora?” 

Ao que ela responde: 

“Não, quando ela tiver 18 anos e o namorado estiver na porta. Claro que é agora. Pegue na sua filha!” 

Bom, estes momentos são difíceis de descrever por palavras. Foi um misto de felicidade, responsabilidade, curiosidade, pânico, euforia, medo. Um momento único.” 

 

A Mara “exigiu” 

“Aquilo que vos pretendo falar é sobre como, para mim, a viagem ao desenvolvimento pessoal me tornou um homem melhor (e com sucesso), um homem mais feliz (e com conquistas), um homem forte (e mais resistente), um homem atraente (por dentro e por fora), um homem inteligente (com conhecimento dos outros mas também de mim), um vencedor que só vence quando todos vencem e que não necessita de inimigos ou adversários para mostrar o seu valor e qualidade.” 

 

A figura social do PAI 

“Existe, na sociedade atual, uma extensão da figura do homem para a figura do Pai. 

Muitas vezes não sabia quando deveria, socialmente, rir de algo que as crianças faziam ou colocar uma cara séria para mostrar autoridade e respeito.” 

 

O sentimento de culpa dos pais 

“Quando, por algum motivo, impomos a nossa vontade, aumentamos o nosso tom de voz, a nossa impaciência, a nossa fúria e, por vezes, a nossa força sobre um filho sentimos imediatamente a sensação de culpa, de afastamento e isolamento nas nossas razões e motivos.” 

 

O dia em que bati no meu filho 

“Quando um pai “perde a cabeça” e a única forma que encontra para lidar com um comportamento de um filho é recorrer à violência física, algo tem que ser pensado, feito, alterado.” 

Partes

Capítulos

Páginas

A minha principal intenção com este livro é o de ajudar pais a serem mais presentes e conscientes, ajudando assim mães a viverem uma maternidade mais saudável e tranquila e principalmente ajudando as crianças a crescer num ambiente seguro e feliz que lhes permita explorar todo o seu potencial.

Alertar para o papel que uma masculinidade tóxica, com a qual a maioria de nós, homens, cresceu, impede ou dificulta a prática de uma paternidade consciente.

Entregar ferramentas e conhecimento para uma parentalidade presente e consciente, recorrendo às minhas experiências, histórias, reflexões e percurso pelo desenvolvimento pessoal.

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Sobre o Autor

autor

Enquanto coach, autor, palestrante e facilitador de Parentalidade Consciente procuro ajudar pessoas comunicando para inspirar positivamente. Como pai reconheço as expectativas e pressões sociais com que lido para ser um BOM PAI.

A minha intenção é ajudar homens a serem pais mais presentes e conscientes porque acredito que assim faremos filhos e famílias mais felizes.

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As linguagens do amor

As linguagens do amor

“O livro que deveria de ter lido antes de ser Pai! Revejo-me, agora, a ser Pai com intenção definida e capaz de adoptar uma visão moderna da Parentalidade.”

Marcos Sousa, pai de uma filha

 

“Um livro prático, transformador, vulnerável, de uma congruência incrível de princípio a fim.
A clareza com a que o Ricardo partilha a jornada de um homem para um pai consciente é única.”

Ana Higuera, mãe de três filhos 

“Isto não é só um livro, é uma alavanca. Com a leitura deste livro percebi como mudar ou ajustar alguns comportamentos e atitudes pode ter efeitos transformadores na minha vida e na da minha filha.”

Pedro Amendoeira, pai de uma filha 

“O Homem Pai vai revolucionar a forma como muitos pais encaram a paternidade, irá ajudá-los a entender melhor os seus filhos. Como mãe sei o quanto é crucial os pais estarem alinhados.”

Silvia Baião, mãe de dois filhos

 

“Um livro essencial para “homens pais”, e relevante para “mulheres mães”, que convida a ver além das ideias preconcebidas que nos acompanham e nos limitam muitas vezes na nossa parentalidade. De uma forma simples, leve e divertida, somos levados a reflexões poderosas sobre nós, a nossa relação com os nossos filhos e sobre toda a dinâmica familiar.”

Elisabete Dias mãe de dois filhos